Importadores e compradores europeus traduzem a própria exposição regulatória em dados, declarações, questionários e controles que o fornecedor precisa sustentar com evidências. A obrigação pode estar na Europa; a pressão documental chega ao Brasil — com prazo comercial, não com prazo regulatório.

Esta revisão parte de um pedido real do comprador — origem, rastreabilidade, emissões, due diligence ou garantias contratuais — e devolve um diagnóstico de lacunas e um plano de evidências utilizável. Entrada: um pedido real do comprador. Diagnóstico: lacunas e prioridades. Saída: plano de evidências utilizável.


O que os compradores pedem

Um mesmo fornecedor recebe pedidos de áreas diferentes do comprador, para decisões diferentes. Os três regimes mais frequentes:

EUDR

Origem, geolocalização, legalidade, rastreabilidade e due diligence. Escopo dedicado na Revisão de Prontidão de Evidências EUDR.

CBAM

Emissões incorporadas, metodologia, dados primários e exposição financeira. Escopo dedicado na revisão de evidências CBAM.

CSDDD

Questionários, garantias contratuais, controles, mitigação e remediação. Escopo dedicado na página de due diligence CSDDD.

Integração

Procurement, jurídico, compliance e diretoria do comprador fazem perguntas distintas sobre o mesmo arquivo. As respostas precisam ser consistentes entre si.

Referências de calendário (julho de 2026): o CBAM está em regime definitivo desde 1º de janeiro de 2026; o EUDR aplica-se a partir de 30 de dezembro de 2026 para grandes e médias empresas e de 30 de junho de 2027 para micro e pequenas; a CSDDD, alterada pela Diretiva (UE) 2026/470, tem transposição até 26 de julho de 2028 e aplicação a partir de 26 de julho de 2029.


O que a revisão entrega

A revisão não acumula documentos. Ela conecta a solicitação do comprador às evidências existentes, às lacunas e às decisões necessárias.

Matriz regulatória

Pedidos e evidências organizados por EUDR, CBAM, CSDDD e contexto comercial.

Não é: parecer jurídico.

Teste de utilização

Verificação de consistência, rastreabilidade e capacidade de resposta do arquivo.

Não é: auditoria nem certificação.

Mapa de exposição

Impactos potenciais em procurement, contrato, margem e continuidade do pedido.

Não é: garantia de aceitação pelo comprador.

Arquivo executivo

Síntese para discussão com o comprador e com as áreas internas do fornecedor.

Não é: declaração de conformidade.

O que o arquivo cobre

  • Identidade, escopo e responsáveis
  • Origem, rastreabilidade e cadeia de custódia
  • Dados ambientais, de produto e de emissões
  • Questionários, contratos e controles
  • Arquivo utilizável por comprador e diretoria

Como funciona

Da pressão comercial ao plano de correção, em cinco etapas.

  1. Enquadrar Entender o comprador, o produto, a operação, o prazo e a decisão comercial em jogo.
  2. Mapear Conectar documentos e controles existentes aos pedidos concretos de evidência.
  3. Priorizar Classificar lacunas por impacto, urgência e capacidade de correção.
  4. Estruturar Organizar um arquivo executivo utilizável por procurement, jurídico, compliance e diretoria.
  5. Orientar Definir responsáveis, sequência de correção e próximos passos.

A revisão é análise consultiva. Não é auditoria, certificação nem parecer jurídico, e não substitui decisão de autoridade, comprador ou instituição financeira.

Comece com um caso real, não com uma avaliação genérica

Envie um questionário, uma cláusula, uma lista de documentos ou uma solicitação do comprador; a Villanova ESG identifica as três lacunas mais relevantes e indica o próximo passo.

Enviar o pedido do comprador

O envio inicia uma avaliação de escopo. Não cria contrato, parecer jurídico, certificação nem garantia de aceitação pelo comprador.